Susto! Teleférico do Jardim Zoológico de Lisboa parte-se durante viagem

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Susto! Teleférico do Jardim Zoológico de Lisboa parte-se durante viagem

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No passado domingo, dia 14 de Abril aconteceu um episódio preocupante numa das cabines cabines do teleférico do Jardim Zoológico de Lisboa.

O visitante encontrava-se no espaço com a família, mas, segundo o mesmo em declarações ao Notícias ao Minuto, na hora de andar de teleférico, «felizmente» dividiram-se e o homem acabou por ir sozinho na cabine. 

«Achámos que quatro pessoas seria demais e felizmente dividimo-nos», refere o visitante.

O Jardim Zoológico de Lisboa já se pronunciou sobre o assunto, e citado pelo mesmo site, diz que a Instituição «levantou um inquérito para averiguar a razão inexplicável do colapso do material». O teleférico já tem 25 anos, mas, segundo o Zoo, é alvo de inspeções periódicas.

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Polémica: Zoo de Madrid desmente Georgina Rodriguez

Na semana passada Georgina Rodriguez foi com os filhos ao jardim zoológico de Madrid, mas o passeio não correu da melhor forma. A espanhola acabou mesmo por denunciar nas redes sociais "pouco respeito por parte do Zoo de Madrid", já que segundo ela alguém revelou à imprensa que ela e os filhos se encontravam no local.

Esta visita ao zoo também gerou alguma polémica já que Georgina foi 'apanhada' a saltar as barreiras de segurança para tirar uma foto no espaço das girafas.

De acordo  com o  'Record', a direção do Jardim Zoológico da capital espanhola desmente categoricamente a modelo "Somos muito discretos no que diz respeito a famosos e procuramos sempre garantir a sua segurança e privacidade", assegurou María José Luis, porta-voz do Zoo, frisando que a instituição foi surpreendida com as queixas de Georgina.

Zoo na Argentina droga os animais para que os visitantes possam tirar selfies com eles

Um zoo na Argentina droga os seus animais para que os visitantes possam tirar selfies com eles

Se só por si os zoológicos já deviam ser proibidos, tal como os circos que incluem animais nos seus números, imagine como nos ficamos a sentir quando nos chegou a denúncia por parte de várias organizações dos direitos dos animais contra o Zoológico de Luján (na Argentina), por alegadamente, drogarem os seus animais para que os visitantes possam tirar fotos com eles, acariciando-os ou sentados em cima deles.  

A questão é que desde 1994 que o zoo é privado, ou seja, não recebe quaisquer subsídios governamentais como ocorre noutros países.

Segundo conta a jornalista francesa Jeanne Pouget em Konbini, neste parque os animais têm aspecto de “mortos-vivos”. Do mesmo modo, a revista ParisMatch classifica este zoo como um “inferno”, por drogar e enjaular os seus animais.  

A organização Animalista Independiente de Argentina iniciou uma petição através do Change.org, para que se investigue o que está a acontecer neste zoo e para que sejam preservados os direitos dos animais que lá vivem:

“É um segredo já conhecido que os animais estão drogados. Exigimos que seja investigado o que está a acontecer nesse zoo, que se faça cumprir a lei, que se interdite o acesso dos visitantes às jaulas e que se faça a transladação dos animais para santuários”, solicitam através desta plataforma, cuja petição alcança cerca de 11* mil assinaturas, das 150 que precisam.

Se tal for mesmo o caso, os gestores do parque e os trabalhadores do mesmo estariam violando as leis:

12.238 que estabelece que a alimentação ou o contacto com animais selvagens é proibido no país;

14.346, também conhecida como a lei penal da Proteção Animal na Argentina, que estabelece penas de prisão a que cometa actos de crueldade, por drogar animais sem quaisquer fins terapêuticos.  

Por sua vez, o pessoal do zoológico disse àInfobae que não drogam nem sedam os tigres ou leões.

“Estes animais nunca conheceram um ambiente selvagem. Viveram toda a sua vida em cativeiro, pelo que não têm uma condição selvagem. Nós trabalhamos intimamente com eles, melhorando-lhes a sua vida e alimentando-os... Isso permite-nos ter um laço muito forte com eles. Várias das nossas atividades são direcionadas a reduzir ao máximo o instinto selvagem dos animais que passam toda a sua vida em cativeiro.”

O que está claro é que isto não pode continuar a ser permitido, independentemente de se drogam ou não os animais. Portanto, se queres contribuir para a causa, junta-teàs pessoas que assinaram a petição em Change.org.

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Fonte: www.impala.pt · Crédito foto: www.impala.pt