Sem pulso, sem batimentos cardíacos, sem atividade cerebral há 12 horas debaixo de neve, volta à vida

Todos os detalhes no interior.

Partilhar no Facebook
326 326 Partilhas

Justin Smith, 26 anos, de Hazleton, Pensilvânia, não dava sinais de vida há 12 horas e o seu pai estava realmente preocupado depois de uma busca incessante, a cena que viu diante dele, foi a mais terrível de toda a sua vida.

Notei alguns dedos fora da neve, era Justin, estava ali debaixo de toda aquela neve, completamente azul e sem vida, tentei encontrar o seu pulso ou uma batida de coração em seu coração, mas não havia nada.

A noite toda Justin esteve debaixo de neve, o termómetro estava a -5°. 

"Tentei acordar o meu filho, mas não consegui. tu não me podes deixar, tu não podes!", repetiu o pai uma e outra vez.

A esperança parecia desaparecer, o jovem estava a ser tratado como se estivesse morto. A polícia e um legista vieram rapidamente depois dos paramédicos dizerem que não havia sinais vitais, eles começaram a investigar a sua morte. 

A temperatura de Justin não pôde ser registada mesmo com um termómetro digital. Ele foi rapidamente levado de helicóptero para Lehigh Valley Hospital para ser declarado morto, mas no hospital, a equipe médica decidiu esgotar todos os recursos esperando por um milagre. Eles fizeram o possível para reanimá-lo e, após duas horas de RCP, não conseguiram, mas um médico recusou-se a desistir. 

Ele convenceu os outros médicos que Justin ainda tinha uma chance de ser salvo e persuadiu-os a fazer uma operação arriscada que estava longe de poder ser um sucesso, e ele fez um teste de potássio, algo vital para verificar a comunicação entre nervos e músculos. 

O pai beijou Justin na testa e repetiu-o uma e outra vez dizendo quanto ele o amava.

Quando viram que os resultados eram normais ficaram em estado de choque, ainda havia esperanças e fizeram rapidamente um procedimento  chamado de oxigenação por membrana extracopórea (ECMO), e a reanimação cardíaca. Esta técnica envolve bombear calor e passar sangue quente e oxigenado pelo coração e por todo o corpo. 

Eles testemunharam um milagre!

Com o passar do tempo o corpo de Justin começou a aquecer e o coração a bater novamente, no entanto, eles tiveram que passar algumas semanas a fazer o tratamento, então eles usaram a máquina repetidamente.

Felizmente e para surpresa de todos os médicos, não houve dano cerebral e depois de um tempo (dois anos) Justin abriu os olhos. 

Eles pensaram que, uma vez que ele passou dois anos em coma, ele poderia ter sofrido morte cerebral, mas não foi o caso e agora Justin é um jovem totalmente saudável. Embora ele tenha perdido os dedos pequenos das suas mãos devido ao congelamento, ele diz: "Eu sou um milagre vivo". 

Esta história mostra que sempre valerá a pena tentar salvar uma vida, mesmo quando tudo parece perdido.

"Aprendemos que não há temperatura tão baixa que você não deva parar de lutar", disse o médico, que agora é elogiado como herói. 

A razão pela qual o médico não desistiu é porque ela perdeu o filho de 9 anos de idade e isso deu-lhe um estímulo mais forte: Ele não pôde salvar o próprio filho, mas não podia privar o pai de Smith do seu filho.

Justin tem sido reconhecido como a pessoa que mais congelada ficou na história e foi capaz de retornar à vida, toda a comunidade médica se refere a ele como um milagre. 

Sem dúvida, a luta incansável dos médicos para devolver Justin à vida merece reconhecimento, não acha?

O que acha disto?

Partilhar no Facebook
326 326 Partilhas

Fonte: Entérate de algo · Crédito foto: Entérate de algo