Meninos forçados a violar a mãe durante uma guerra horrível no Congo

É horrível.

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De acordo com um recente relatório das Nações Unidas, parece que uma guerra atroz está em andamento em Kasai, dentro da República Democrática do Congo. Segundo o relatório, os especialistas foram informados de numerosas violações, além de atos de canibalismo.

Testemunhos da região de Kasai indicam que meninos são forçados a violar as suas mães. Dizem às meninas que precisam aprender bruxaria para apanhar as balas de espingardas. Finalmente, muitas mulheres são forçadas a escolher entre serem violadas ou mortas.

O que é ainda mais arrepiante é que o relatório afirma que esses atos de crueldade vêm de rebeldes, bem como do governo.

As Nações Unidas traçam um retrato sombrio da situação atual, explicando, em particular, que vários corpos mutilados podem ser vistos em todo o território.

Esta escalada de violência supostamente começou a ganhar força em 2016, quando surgiu um conflito entre as milícias Kamuina Nsapu e Bana Mura e as forças armadas da República Democrática do Congo.

Especialistas das Nações Unidas revelaram que os cidadãos contaram verdadeiras histórias de horror, por exemplo, soldados que se divertiram esculpindo os genitais dos inocentes como medalhas.

Outras testemunhas até contaram aos especialistas que em algumas aldeias as pessoas estavam envolvidas em atos de canibalismo, mesmo comendo partes de indivíduos que não estavam mortos.

Um desses especialistas, Bacre Waly Ndiaye, relatou um incidente ocorrido numa aldeia onde 186 meninos foram decapitados pela milícia Kamuina Nsapu.

Devemos também considerar as crianças-soldado que são recrutadas contra a sua vontade e que são então forçadas a tomar parte no combate. Muitas dessas crianças-soldados perdem a vida no campo de batalha.

Especialistas acreditam que existem mais de cem valas comuns no país, onde muitos cadáveres estão amontoados. Especialistas chegam a dizer que essas valas comuns podem ser de várias centenas.

Por parte do Governo da República Democrática do Congo, este último respondeu ao relatório afirmando que nunca foi informado de tais situações. O relatório foi descrito como uma campanha política para exercer pressão sobre a mídia no país.

O governo acusa os especialistas de terem conduzido as suas pesquisas muito rapidamente para levar o relatório a uma conclusão.

Finalmente, o governo garantiu que os culpados de tais atos seriam certamente punidos.

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Fonte: DailyMail · Crédito foto: Courtoisie