Médica faz alerta importante sobre os alimentos que chegam ao nosso prato

Conselhos para ter mais qualidade de vida

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Médica faz alerta importante sobre os alimentos que chegam ao nosso prato

A médica Cristina Sales afirma que muitas vezes ficamos doentes devido aos alimentos que levamos à boca. O organismo não reconhece o alimento, defende-se, inflama-se e ficamos doentes.

A moiraria das doenças que afetam o homem neste século deve-se à forma como comemos e como o fazemos.

Segundo a dra, Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer, as escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Por exemplo a informação que passa nos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. 

Mas ao ler os rótulos das embalagens verifica-se que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. 

Os alimentos congelados são ainda uma excelente opção já que chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição.

"Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original."

Existem alimentos que devemos prescindir quando vamos ás compras são eles: refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Devemos escolher cereais completos que por acaso são também os mais baratos como por exemplo um pacote de aveia que é altamente nutritiva é mais barata do que os outros cereais.

Em relação à qualidade da carne e ao preço desta a médica recomenda que se coma carne menos vezes por semana, mas que se coma uma carne com qualidade superior. Em relação ao peixe devemos comer mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.

A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação.Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. 

Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.

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