DRAMA FAMILIAR: Um homem sequestra a filha de um ano e mata-a antes de cometer suicídio

“É uma situação terrível.”

Partilhar no Facebook
175 175 Partilhas

Lavonta Lloyd, um american de 23 anos do Mississippi, sequestrou a filha de um ano de idade, Kamaya Lloyd, para matá-la e cometer suicídio na quinta-feira passada, segundo a polícia local.

"É uma situação terrível", disse o xerife Willie March.

Foi a terceira vez nesta semana que o jovem tentou sequestrar a menina da sua mãe, Kimberly Outlaw, confirmou o xerife Willie March à The Associate Press.

Lavonta havia sequestrado Kamaya da creche na segunda-feira, mas a menina conseguiu voltar para a mãe mais tarde naquela noite.

Na terça-feira, Lavonta foi até à casa da mãe que alertou a polícia. A polícia perseguiu Lavonta até que perderam a trilha num milharal. Eles não puderam continuar a busca porque um prisioneiro escapou da prisão ao mesmo tempo.

Na quinta-feira, foi a mãe de Kimberly que alertou as autoridades, avisando-as de que Lavonta estava a apontar à sua ex. Lavonta disparou tiros, mas não feriu ninguém e escapou com a filha.

A polícia perseguiu o homem durante mais de 50 quilómetros, em três condados diferentes. Mas quando Lavonta encontrou um bloqueio na estrada, ele deu um coice de volante para evitá-lo, caindo numa pequena vala. A polícia não podia ver dentro da sua camioneta porque ela tinha vicros escuros e estava na vala.

Os policiais usaram coletes à prove de bala para se proteger do suspeito considerado armado e perigoso. Somente quando conseguiram entrar no veículo descobriram que Lavonta e Kamaya tinham morrido.

"O bebé em cima dele e foi baleado", disse o xerife Ricky Banks.

Kimberly Outlaw entrou com uma ação contra Lavonta em relação à violência conjugal na segunda-feira. Mas o tribunal não teve tempo para ouvir a história. Lavonta e a pequeno Kamaya morreram antes.

O xerife March disse que não sabia que Kimberly havia entrado com uma ação contra Lavonta. No entanto, Lavonta já havia sido preso duas vezes por violência doméstica em 2016 e 2017. Devido à falta de provas, o homem não havia sido considerado culpado.

Partilhar no Facebook
175 175 Partilhas

Fonte: Daily Mail · Crédito foto: Capture d'écran