Desempregada em Portugal, portuguesa é nomeada para “Enfermeira do Ano” em Inglaterra

Sílvia Nunes, de 33 anos, sem oportunidades em Portugal, emigrou para a Inglaterra de 2014.

Partilhar no Facebook
27,089 27.1k Partilhas

Sílvia Nunes, de 33 anos, não tinha oportunidades em Portugal em 2014, então decidiu emigrar para a Inglaterra.

Sílvia Nunes é natural de Vila do Conde, atualmente é enfermeira-chefe e está nomeada para dois prémios na área da Enfermagem, em Inglaterra.

A portuguesa viu o seu trabalho ser reconhecido e foi nomeada para a “Great British Awards” para as categorias de “The Good Nurse” nos Grandes Prémios Britânicos e “Care Registered Nurse”, pelo segundo ano consecutivo, nos Prémios da Saúde Nacional 2018.

Sílvia Nunes tirou o curso em Famalicão, na Escola Superior de Saúde do Vale do Ave e trabalho como voluntária nos Bombeiros de Vila do Conde, até ter emigrado para Inglaterra em 2014, onde neste momento é Enfermeira-Chefe num lar de idosos, em Thetford.

Naquele lugar ela começou por trabalhar como assistente auxiliar e, no ano de 2015, assumiu funções como Enfermeira. 

Em 2016 voutou a ser promovida e assumiu o cargo de Enfermeira-Chefe. Neste momento, para além de prestar serviços de enfermagem, Sílvia também exerce funções de gestão e supervisão.

As galas de entrega dos prémios para os quais foi nomeada (Great British Awards e National Care Awards 2018) vão decorrer entre o dia 15 e 30 de novembro, respetivamente.

Outras notícias:

PJ apanha rede chinesa de fuga ao Fisco em megaoperação

A PJ desmantelou uma enormerede responsável por transferências suspeitas de cerca de 60 milhões de euros para a China.

As autoridades pensam que se trata de dinheiro proveniente de negócios que terá saído do país sem prestar contas ao Fisco.

Terão sido realizadas buscas em 30 casas, gabinetes de contabilidade e armazéns, a maior parte no norte do país. Foram detias pelos menos 8 pessoas e muitas outas constituídas auguídos. 

Segundo o JN, a investigação da Polícia Judiciária (PJ) e da Direção de Finanças do Porto da Autoridade Tributária (AT) contou com a colaboração da ASAE e da GNR, e teve como alvo donos de armazéns chineses, suspeitos de realizarem milhões de euros de vendas não faturadas de artigos.

Os grossistas venderiam produtos não declarados a revendedores que pagavam em dinheiro. Os milhões de euros arrecadados eram depois encaminhados para a China através de esquemas bancários e de malas de dinheiro, mas as autoridades ainda estão a investigar os detalhes do branqueamento do dinheiro.

Durante a operação , os inspetores apreenderam pelo menos 200 mil euros em dinheiro, que serão provenientes das vendas, para além de vários carros de luxo, supostamente comprados com dinheiro não declarado ao fisco.

Há mais de um ano que este esquema de ocultação de vendas terá começado sendo que 60 milhões de euros terão sido escondidos do fisco. 

O prejuízo para os cofres do Estado corresponde ao IVA e IRC não declarado ascende também a vários milhões de euros.

Esta ocultação de rendimentos terá tido a colaboração de técnicos oficiais de contas (TOC) e é essa a razão das buscas em uma dezena de gabinetes de contabilidade, no Porto e em Vila do Conde, onde foram recolhidas documentação e material informático que vai ser analisado pelos inspetores da PJ e do Fisco. 

No processo os suspeitos serão visados por fraude fiscal qualificada, associação criminosa, branqueamento e ainda auxílio à imigração ilegal. 

Ladrão que partiu o nariz ao agente da PSP na esquadra de Lisboa já saiu em liberdade

Um homem suspeito de roubar bicicletas terá dado um murro no nariz de um agente da esquadra da PSP da rua da Palma, em Lisboa, acabando por partir o nariz do agente.

O suspeito de roubo, um imigrante ilegal de 50 anos, tem ordem de expulsão do território nacional e foi apanhado pelas 11:50 da manhã de domingo numa casa abandonada na rua das Olarias

No interior da habitação onde o assaltante foi apanhado, haviam 12 bicicletas, supostamente furtadas, que a PSP acabou naturalmente por apreender.

O suspeito foi encaminhado para a esquadra, onde acabou por agredir a murro um dos agentes. O suspeito acabou detido e o agente teve de ser transportado para o hospital, onde acabou por ficar internado.

O agente ainda se encontra internado após ter sido operado.

Mesmo com um enorme cadastro criminal, e contar com diversos processos abertos pela PSP por roubos e agressões físicas, e tendo uma ordem de expulsão lançada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, por estar ilegalmente em território nacional, o guineense de 50 anos saiu em liberdade.

Segundo o juiz de instrução criminal que o questioneou, mesmo tendo em conta todos estes fatos, este considerou que não se justificava a medida de coação que colocasse o homem em prisão preventiva.

Estado de saúde do Agente

O estado de saúde do agente que fraturou o nariz, Romeu Silva, de 29 anos, ainda aspira vários cuidados. 

O polícia foi levado para as Urgências do Hospital de São José, em Lisboa, depois da agressão que aconteceu perto das 11h50 no domingo, dentro da esquadra da rua da Palma, sede da 1ª Divisão da Polícia de Lisboa.

Já no hospital, o agente ainda abundantemente sangrava do nariz, e após uma intervenção cirúrgica, foi comprovado que o osso do nariz estava realmente partido.

Foram divulgadas algumas imagens do rosto do Agente Romeu Silva após a cirurgia, onde é possível ver o polícia com o rosto cheio de ligaduras.

Lembramos que o agente que foi alvo da agressão conduziu o sujeito que viria a ser o seu agressor para a esquadra por este ser suspeito de roubar doze bicicletas, que foram encontradas na habitação onde o mesmo pernoitava.

PJ detém mulher que usava a filha de 14 anos para prostutuição

Uma mulher com 35 anos foi detida nos Açores, na Ilha Terceira, pela Polícia Judiciária, por ser suspeita de incentivar a prática da prostituição de uma filha menor.

O Departamento de Investigação Criminal de Ponta Delgada disse em comunicado que a mulher foi detida “no âmbito de uma investigação titulada pelo Ministério Público da Praia da Vitória”, confirmando que há “fortes indícios da presumível prática do crime de lenocínio de menores na sua forma agravada”.

De acordo com a Polícia Judiciária, a mulher terá cometido os crimes na ilha Terceira, no início de 2015, quando a sua filha que era a vítima tinha apenas 14 anos, os crimes prolongaram-se durante dois anos.

“A suspeita, a troco do recebimento de verbas em dinheiro, fomentava a prostituição da vítima, que é sua filha, levando-a a práticas regulares de natureza sexual com um homem de 58 anos, o qual foi também identificado, constituído e interrogado como arguido, por suspeitas da prática do crime de recurso à prostituição de menores”, diz a fonte da PJ.

Partilhar no Facebook
27,089 27.1k Partilhas

Fonte: Semanário V · Crédito foto: Semanário V