Criança de três anos morre depois de ser torturada pela mãe e pelo seu namorado

Casal agrediu a criança por pelo menos dois meses por “não pedir desculpas” ao padrasto.

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Na Cidade do Kansas, no estado americano do Missouri, um menino de 3 anos morreu depois de ser torturado pela mãe e pelo seu namorado durante meses. A razão dessa tortura terá sido por não ter pedido desculpas.

O corpo da criança, de nome Evan Brewer, foi encontrado dentro de um caixão fabricado pela casal na própria casa.

Stephen Bodine, 41 anos, foi condenado por oito crimes relacionados com o caso na última quarta-feira, assim como a mãe de Evan, Miranda Miller.

A mãe do menino contou durante o julgamento que o casal castigava o menino e que às vezes o obrigavam a ficar de pé durante seis horas com as mãos para trás e com um cinto no pescoço ligado a um peso que o enforcaria caso se mexesse.

A criança teria alimentada com grandes quantidades de sal, antes de morrer, e já estava doente, avança o jornal The Kansas City Star. 

No dia em que o menino morreu, a mulher tinha gritado e espancado Evan e depois obrigou-o a ficar em pé de virado para uma parede durante várias horas, até este colapsar.

O homem bateu então no menino para tentar acordá-lo e levou-o para a casa de banho. Quando saiu da casa de banho, o menino já estava sem vida.

A mãe por sua vez tentou reanimar o filho durante 45 minutos e não conseguiu, mas mesmo assim não chamou os Serviços de Emergência. 

O casal decidiu então construir um túmulo e esconder o corpo na lavandaria da habitação.

A mulher diz que permitiu que o namorado fosse agressivo e não o denunciou às autoridades porque estava apaixonada e sonhava ter uma família com ele. O pai de Evan, Carlo Brewer, desconfiou que o filho era vítima de agressões e já tinha entrado com um pedido para obter a guarda da criança. 

Ele também fez uma denúncia ao Serviço de Proteção às Crianças do Missouri. O menino morreu antes que algo fosse feito.



Outras notícias:

Jovens de 11 e 12 anos presas por estarem a planear a morte de colegas de escola

Duas jovens meninas da Escola secundária de Bartow são acusadas de conspirar para matar colegas de classe.

A polícia de Bartow disse que elas tinham tesouras, facas e até mesmo um cortador de pizza que elas levaram para matar e desmembrar os colegas na casa-de-banho da escola na terça-feira.

"Elas queriam matar pelo menos 15 pessoas e estavam à espera na casa-de-banho pela oportunidade de encontrar crianças menores que poderiam dominar para serem suas vítimas", disse Joe Hall, chefe da polícia de Bartow.

As meninas, de 11 e 12 anos, planejavam, entre outros atos, beber o sangue das suas vítimas de uma taça, segundo os investigadores.

Elas disseram à polícia que elas elaboraram o plano horrível durante o fim de semana e iam fazer isso em nome da adoração ao diabo.

“Enquanto estive lá ontem à noite [e] assisti a essas entrevistas, não acreditei que isso fosse uma brincadeira”, disse Hall.

Felizmente, as meninas foram encontradas pelo diretor assistente antes que pudessem realizar o suposto ataque.

A equipe da escola começou a procurar as meninas depois de uma delas ser dada como desaparecida da aula.

A polícia diz que as meninas estavam localizadas dentro da casa-de-banho que tinham planejado.

Depois das meninas terem sido levadas em custódia, os investigadores vasculharam as suas casas e encontraram um mapa desenhado à mão da Escola Secundária de Bartow com as palavras "Vai matar na casa-de-banho", escritas nele.

Investigadores dizem que também encontraram mensagens nos telemóveis das meninas sobre os ataques planejados.

Uma das mensagens dizia: "Vamos deixar partes do corpo na entrada e depois vamos matar-nos", diz a polícia.

“É muito perturbador para mim, não apenas como educador, mas também como superintendente e como pai, mas quero que os pais saibam que faremos de tudo para manter os seus filhos seguros”, disse a superintendente Jacqueline Byrd.

Segurança extra já estava na escola na terça-feira por causa de ameaças feitas um dia antes.

Ambas as meninas enfrentam acusações, incluindo conspiração para cometer assassinato em primeiro grau.

Veja a conferência de imprensa completa abaixo:


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Fonte: CM · Crédito foto: CM