Notícias : Casal posa para foto com os seus trigémeos, mas observe de mais de perto a cara dos bebés.
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Casal posa para foto com os seus trigémeos, mas observe de mais de perto a cara dos bebés.

É magnífico.

Publicado por Vamos lá Portugal em Notícias
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Este casal posa para uma foto com os seus trigémeos, mas observe de mais de perto a cara dos bebés.

Este casal de missionários, Aaron e Rachel Halbert, sempre quis adotar uma criança preta. Eles tinham dificuldades em conceber um filho, e sabiam que os bebés pretos eram mais suscetíveis de serem adotados. Portanto, o coração deles disse-lhes para adotarem um, uma vez que estes tinham menos probabilidade de serem adotados. 

Mas a vida deles mudou de forma extraordinária.  

Graças a uma agência de adoção no Mississipi, eles adotaram um rapaz e uma rapariga afro-americanos. 

Eles não tinham planos de terem mais crianças até terem ouvido falar do “National Embryo Donation Center”, um centro de doações de embriões. Esses embriões são frequentemente destruídos ou doados à ciência, mas também podem ser adotados por casais que tenham dificuldades em engravidar. Então, eles adotaram dois. E um milagre aconteceu.

Um dos dois dividiu-se em dois... 

“Eu cresci durante uma missão evangélica nas Honduras, e eu sei o que é a diversidade racial, eu era a criança branca de olhos azuis que saltava à vista. A minha mulher cresceu no Mississipi e só quando visitou o Haiti é que ficou a ver os preconceitos raciais mesmo à sua frente.

A mensagem de Deus é dirigida a todas, pouco importa a cor da sua pele, o sexo, e as origens. As nossas diferenças devem ser celebradas, e não motivo de divisão.”   

O casal, bem antes de se casar e de descobrir que tinham problemas de fertilidade, sabia já que queria adotar.

“Nós informamos a agência que queríamos adotar todas as crianças que não fossem caucasianas. Estávamos convencidos de que se Deus quisesse que nós tivéssemos uma criança branca, então ele permitiria que nós a concebêssemos. 

A beleza de uma família multiétnica reside no facto de serem as nossas diferenças o que nos torna mais ricos. Isso força-nos a pensar e a agir, e mesmo a querer viver, de forma diferente.  

Então, para proteger o direito à vida e porque queríamos aumentar a nossa família, adotamos embriões, e a Rachel ficou grávida. Existem centenas de milhares de embriões congelados à espera de se tornarem vivos. A maior parte não é escolhida pelos seus pais biológicos e é destruída, doada à ciência ou conservada através de congelamento. 

Naturalmente, foi-nos perguntado qual a etnia que queríamos escolher. Então, pedimos áfrico-americanos, para que pudessem completar a nossa família, e para que os nossos filhos sejam todos da mesma etnia original. O NEDC apoiou-nos.”   

Dois embriões foram implantados em setembro de 2015, antes de o casal ir numa missão nas Honduras. Eles consultaram um médico, que lhes disse que eles não tinham apenas 2, mas sim 3, embriões. Rachel estava, então, à espera de trigémeos! 

A família e os amigos de Aaron e Rachel apoiaram-nos com os seus sonhos e na sua vida. O casal espera conseguir convencer as pessoas a terem um espírito mais aberto. 

“Estava sem palavras durante a gravidez da minha mulher, ao ver o meu filho e a minha filha, com a sua pele escura, a beijar a barriga da minha mulher. Todas as noites eles desejavam boa noite aos seus 3 irmãos por nascer.  

Quando penso em aumentar a minha família, espero que ela seja um pequeno vislumbre do paraíso.”

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Fonte: Ayoye
Crêdito foto: Ayoye

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