Lifestyle : ​10 coisas que destroem qualquer relacionamento​
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​10 coisas que destroem qualquer relacionamento​

Aqui estão algumas coisas que fazem com que relacionamentos fracassem

Publicado por Vamos lá Portugal em Lifestyle
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A tecnologia de hoje em dia ajuda-nos bastante. Basta um clique e as contas estão pagas, podemos encontrar aquele amigo que não víamos há anos, contatamos parentes que moram longe, mantemos relacionamentos à distância.

Mas, e quando o relacionamento deve ser real e a pessoa está à nossa frente?

Aqui estão algumas coisas que fazem com que relacionamentos falhem:

Falta de diálogo

O dialogo é algo muito importante em relacionamentos. Seja para críticas construtivas ou para elogios, o diálogo é quase tudo. É com ele que o afeto e o amor começaram a brotar. Converse sobre qualquer coisa, o que lhe preocupa, o que lhe frustra, o que lhe faz feliz, os planos para o futuro. Se você quiser destruir o amor, pare de conversar com o seu parceiro.

Achar falhas um no outro

É muito fácil culpar-se mutuamente. Mas o que está você a fazer para melhorar a situação? Costumo sempre ter o pensamento de: “eu poderia ter feito isto, e a consequência seria diferente”. Esse pensamento demora a acontecer. Quando algo sai errado a primeira coisa que fazemos é achar um culpado. Mas e se for você o culpado? Devemos controlar-nos e pensar duas vezes antes de culpar o outro por frustrações que muitas vezes são somente nossas.

Falar mal da família do conjugue

Muitas discussões de casais começam por causa da família. “Não fui bem recebido na casa do teus pais”, “Não me incluiram nos assuntos familiares”, “Sinto que não gostam de mim” são algumas frases utilizadas entre casais após visitas à casa dos sogros ou parentes próximos. A dica é: fique do lado do seu cônjuge. Por muitos anos que passem num relacionamento, ir à casa de sogro, cunhado ou qualquer familiar é sempre desconfortável, salvo algumas poucas pessoas que conheço que tem um relacionamento diário com familiares do cônjuge, a pessoa sente-se “perdida”. Incluia o cônjuge em assuntos familiares e esteja ao lado dele até que ele se sinta confortável em ficar sozinho, é uma excelente forma de demonstrar que se importa e o ama.

Conheçer os medos do seu cônjuge

Fomos criados de maneiras diferentes, temos gostos, interesses, sonhos diferentes. Após aceitarmos unir tudo isso, algo estava era de comum acordo. Por que não continuar à procura de mais coisas em comum? Procurar conhecer cada dia mais a si e a quem você escolheu para passar o resto da vida consigo não é perda de tempo, é com certeza um investimento a longo prazo. Conhecer os medos e dificuldades do seu cônjuge ajuda no segundo passo – não culpar - você não julgará os erros, ao invés disso, com críticas construtivas ajudará o outro a superar o problema e seguir em frente.

Viver de mesmices

Qual foi a última vez que você fez uma boa surpresa? Não vale perguntar onde quer ir jantar ou o filme que quer ver. Surpresa é surpresa. A palavra já diz: SURPREENDA! Se você ainda não conhece o seu cônjuge a ponto de surpreendê-lo, algo está mal. Mude já! Antes que seja tarde demais.

Passar mais tempo nas redes sociais do que com o seu cônjuge

Isso mata qualquer relacionamento. Redes sociais e internet são ótimas. No entanto, precisamos controlar o nosso tempo, para que não tenhamos uma vida de aparência. Felizes somente nas redes sociais. Infelizes e sem convívio familiar dentro das quatro paredes.

Deixar o seu cônjuge com dúvidas

Isso é mais fácil do que parece. Não falar que o ama, ou só falar sem demonstrar não adianta. Pessoas necessitam de afeto, carinho e atenção.

Se o seu cônjuge começar a sentir-se sozinho, incompreendido ou carente, você estará a abrir uma porta a uma terceira pessoa, que não teria espaço se o relacionamento estivesse a ser preenchido de boas energias. Ou seja, se o caminho está aberto, há falhas no processo, que tal começar tudo novamente? Comece pelo diálogo, ele abrirá as portas que você precisa.

Parar de se arranjar

O que mais ouço é: “Já casei! Não preciso me arranjar, ele(a) ama-me da maneira que eu sou”. Esse é um erro enorme. Já ouvi de mulheres que estão fora de forma afirmar que não conseguem emagrecer. Aí descobrem que estão a ser traídas, separam-se, e de uma hora para outra, aparecem com as unhas feitas, depiladas e uns 8kg mais magras. Ok, alguns dizem que o sofrimento ajuda a emagrecer, ou a engordar, depende da pessoa. Mas não é preciso esperar o pior acontecer para ter autocontrole e confiança em nós mesmos.

Não ter tempo para si

A falta de amor-próprio acarreta mais problemas do que podemos imaginar. Cada um precisa de tempo para si. Sair com os amigos, jogar um futebol, etc. É saudável que cada um tenha tempo para cuidar de si e dos seus próprios interesses. Viver num confinamento também acaba com o afeto, cria-se um tipo de dependência desnecessária e doentia.

Não ajudar nas tarefas domésticas

É de suma importância que haja divisão das tarefas domésticas. A sobrecarga faz com que as discussões se tornem mais frequentes. Uma vez ouvi de um pai que ficar com as crianças não era tão difícil, afinal, dava para cozinhar, lavar a roupa e limpar a casa enquanto as crianças viam desenhos animados. Um dia, depois de ficar um dia inteiro com as crianças, o pai confessou que era realmente impossível fazer tudo isso ao mesmo tempo, visto que elas não ficavam a ver filmes e desenhos animados 100% do tempo. Elas tinham comer, ir à casa-de-banho, dormir, brincar e ainda queriam atenção. Afinal, não eram robôs, eram crianças!

Cônjuges que dividem tarefas entendem e dão valor ao trabalho árduo uns dos outros, com isso, passam a ter mais compreensão nas tarefas.

Não dar ouvidos ao que lhe é pedido

É muito chato pedir sempre a mesma coisa. Isso stressa e leva a discussões que poderiam ser facilmente evitadas. Na verdade, relembrar algo que já foi pedido é chato, mas mais chato ainda é ter uma pessoa que não é proativa. Aqui volta novamente o diálogo e a cobrança. Se você viu que o lixo está cheio, retire-o; se você viu que a pia está cheia, lave a louça; se você quer fazer xixi e não consegue ver bem a sanita, sente-se; se você deixou migalhas de comida no chão, limpe-as. Simples? Nem por isso. Saiba que as coisas não voltam ao lugar s

ozinhas, elas são inanimadas, precisam que alguém as coloque onde elas devem estar. Se você chegar a casa e deixar as meias em qualquer sítio, alguém terá de as pôr para lavar, ou elas ficarão espalhadas pela casa. Entenda: o seu cônjuge também tem outros trabalhos a fazer, que tal dar uma ajudinha sem que alguém tenha de pedir? A preguiça sempre estará, mas fazer as coisas imediatamente fará com que a relação não terá tanto desgaste.

Relacionamentos são difíceis desde o início dos tempos, isso nunca mudará. O que pode mudar é a maneira como agimos perante as dificuldades. Não espere perder o que tem para perceber que faz falta.

Se você acha que está a errar em algum ponto, pare, reflita, converse. O amor é como uma planta, se não dermos água, deixarmos à mercê do vento e das pragas ela concerteza morrerá. Não espere que seja tarde demais, recomece quantas vezes for necessário!

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Fonte: Ayoye
Crêdito foto: Ayoye

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