Vem ai outro bebé? Georgina conta tudo

Família pode aumentar mais cedo do que se esperava

Partilhar no Facebook
530 530 Partilhas

Vem ai outro bebé? Georgina conta tudo

Família pode aumentar mais cedo do que se esperava

Na recente entrevista que Georgina deu à revista Hola, a espanhola quebrou o silêncio sobre a morte do pai e falou sobre a sua vida pessoal com Cristiano Ronaldo.

Georgina admitiu que não está noiva de Cristiano Ronaldo, mas que ficaria muito feliz com o pedido: "Até agora ainda não, mas eu ia adorar ser sua mulher".

Georgina afirmou que o casal tem outras prioridades no momento. A espanhola confessou que apesar de a família de seis a satisfazer por agora tem  vontade de dar um irmão ou uma irmã a Alana Martina, Eva, Mateo e Cristianinho.

"Somos felizes tal como estamos, mas ainda quero tudo com o meu companheiro. No futuro veremos com o que Deus nos abençoará", afirmou.

Outros artigos:

Georgina quebra o silêncio sobre a morte do pai: Morreu sem conhecer a neta e CR7

Georgina Rodriguez está de luto, o seu pai morreu aos 70 anos, dois de viver três anos muito complicados após sofrer um AVC. 

Em entrevista à revista Hola, a namorado de Cristiano Ronaldo falou sobre este sofrimento:

«É muito duro dizer adeus à figura que te ama, que te apoia, te protege, te anima e te aconselha. Perder esse grande amor é algo que te parte por dentro. Não há palavras que expressem este sentimento, tal como não há palavras que nos consolem. Toda a família está a sofrer. É uma dor que chega a ser física», começa por contar.

Apesar da dor que sente, sabe que agora o pai está em paz:

 «Estar quase três anos prostrado numa cama, sem poder fazer nem o básico, não é vida. Fizémos o que podíamos por ele, lutámos com ele… Até que o seu corpo não aguentou mais. Já estava muito mal…», relata.

«Dávamos tudo para o ter de volta. Mas não doente… são. Nem que fosse um dia ou uma hora, para conversar. Para poder agradecer tudo o que fez por nós. Fizémos tudo isto, mas com ele doente, com o cérebro afetado. Ouvia-nos e respondia, mas por vezes estava no seu próprio mundo. Somos tão jovens para o perder. Tínhamos muito por viver… Sabemos que ele nos vai proteger de qualquer mal», diz ainda, referindo-se a si e à irmã, Ivana, de 26 anos.

As irmãs terão feito tudo o que estava ao seu alcance para melhorar a condição do pai, recorrendo até a Kinesiologia (procura repor o equilíbrio e funcionalidade do seu corpo), mas em vão.

«A sua mobilidade era menor a cada dia  Não comia sozinho… A fala manteve, mas não mantinha grandes conversações devido aos danos cerebrais. Eu e a minha irmã ficámos mais fortes, maduras e conscientes da dura realidade em que muita gente vive», conta.

É com orgulho que Georgina recorda o seu pai:   

«Era capaz de fazer tudo pela sua família , tentou por tudo ver-nos bem. Houve coisas que saíram mal, e aprendemos com os nossos erros, mas as suas intenções foram sempre boas. O meu pai chamava-nos ‘minhas rainhas’ e eu era a sua ‘chiquitita’. Comigo ria-se  muito e com a minha irmã conversava horas e horas sobre a vida. Ela, como irmã mais velha, tinha outra relação com ele."

O pai de Georgina esteve sempre acompanhado por enfermeiras «Contratámos enfermeiras, esteve acompanhado 24 horas por dia». A sua irmã Ivana deixou tudo em Espanha para poder dar apoio ao pai.

«Os meus tios da Argentina também estiveram por perto. O certo é que, economicamente, fomos nós o seu sustento. Mandávamos metade dos gastos mensais para cada uma. E no início da doença, foi o nosso tio da Argentina que nos ajudou muito. Eu viajei para o ver várias vezes e ajudei economicamente todos os meses», refere.

Acamado há três anos não chegou a conhecer a sua única neta, Alana Martina:«Ele não podia viajar e os bebés são muito pequenos para tanta viagem em tão pouco tempo. São muitas horas de avião e a saúde dele estava muito delicada», assume.

Foi na altura que conheceu Cristiano Ronaldo que o pai de Georgina ficou doente e por isso também não conheceu o craque: «O meu pai era muito reservado e não gostava que o vissem como estava. Tivemos má sorte. Ficou doente quando conheci o meu namorado, mais ou menos».

Sobre o facto de Cristiano não ter podido acompanhar Georgina à Argentina, diz que tem o seu apoio todos os dias. «Cuida de mim em todos os momentos de tristeza e eu trato de estar forte pelos meus filhos e por ele. São a alegria da minha vida. Apoiamo-nos mutuamente em tudo. O amor é algo imprescindível na minha vida. Formamos uma grande equipa», diz, sobre o namorado.

Sobre a adaptação a Itália, considera-a «maravilhosa». «Casa não é onde estás mas sim com quem estás». Para já, casar não está nos planos e Georgina desmente mesmo que esteja noiva: «Encantar-me-ia, mas é certo que agora temos prioridades e muitas responsabilidades».

Partilhar no Facebook
530 530 Partilhas

Fonte: www.flash.pt · Crédito foto: www.flash.pt