Mariza desesperada por causa do filho: “Sinto-me culpada”

Mariza em lágrimas por causa do filho

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Mariza desesperada por causa do filho: "Sinto-me culpada"

Mariza foi entrevistada por Fátima Lopes para o programa "Conta-me como és" e não vai conseguir conter a emoção ao falar do seu filho, Martim de sete anos.

A fadista sente-se culpada por não estar presente na vida do filho.

"Às vezes sinto-me culpada por não estar tão presente na vida do meu filho. Mas a vida é como é", declarou em lágrimas a cantora de 44 anos de idade

Relembramos que o filho de Mariza nasceu prematuro, aos seis meses e meio de gestação, o que foi o início de longos 4 meses nos cuidados neonatais do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

No ano passado o pequeno Marim viu a mãe e o pai separarem-se, depois de seis anos de casamentos.

Mariza rompe silêncio e fala de assunto delicado

A fadista Mariza falou pela primeira vez da sua separação com o empresário António Ferreira. Apesar desta separação já ter sdido tornada publica há algum tempo só agora a fadista confirmou.

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Mariza fez um comunicado nas redes sociais em que afirma que a situação é irreversível:

"Com algumas intermitências, tem sido noticiada a crise e cessação do meu matrimónio com o António Manuel da Costa Ferreira.Pese embora o pudor que de alguma maneira me tem inibido na assunção pública da ruptura, seja por razões de afectividade, seja por termos um filho em comum, o Martim, que coloco acima de tudo e tudo farei, como sempre tenho feito, para preservar, chegou todavia o momento em que a manutenção da nossa separação em sigilo, ao invés de proteger o que quer que seja, começa a tornar-se demasiado pesado, ao ponto de provocar efeitos completamente opostos ao pretendido, designadamente, pela susceptibilidade de gerar situações equívocas e mal entendidos, eventualmente de perversas consequências no futuro, para além da deslealdade para com o público e todos os que me respeitam e não merecem que se mantenham falsas aparências.

Chegou o momento em que entendi que este facto é coisa que acontece entre pessoas, que ambas continuam a dever ser respeitadas uma pela outra e por toda a gente, seja por aquilo que se deram mutuamente, seja por aquilo que são e vão continuar a ser, para continuarem a merecer o respeito e compreensão de todos.

Tudo para dizer que cabe dar a saber que eu e o António cessámos o nosso relacionamento conjugal há mais de um ano a esta parte, em efectiva e total separação de facto, com vidas totalmente separadas e independentes, tratando-se de situação irreversível, estando a ser dados os necessários passos para o decretamento do divórcio.Ficam as nossas recordações, aquilo que de mais importante tivemos e sempre teremos em comum, o nosso querido Martim, que ambos, em respeito um pelo outro e, primeiro que tudo, pelo Martim, vamos sempre colocar acima de qualquer diferendo, encontrando os melhores consensos e adoptando todos os necessários instrumentos para que assim seja efectivamente.
A todas as pessoas, peço que entendam, respeitem e que seja atendida e preservada a nossa privacidade
."

Mariza confessa ter vivido momentos de terror

A fadista viveu anos de pânico com medo que roubassem o seu filho ou que lhe matassem o marido numa esquina. 

Passados anos do sufoco que viveu a cantora contou os momentos dificeis por que passou por culpa dos negocios do marido em Angola.

"Eu tinha noção dos negócios do meu marido, não tinha era noção de que as coisas eram tão graves. Ele não me passou informação porque eu estava grávida, fê-lo para não me assustar", relatou Mariza, adiantando ao tribunal que o pai do filho a mimava para minimizar os efeitos da realidade que teria que revelar em breve: "O António levava-me presentes todos os dias ao hospital. Eu não sabia que ele estava a passar uma fase complexa e depois percebi que o problema era gigante."

"Sei que o António queria ir a Angola buscar o que lhe pertencia. Disse-lhe que não o fizesse e pensei que qualquer dia o meu marido aparecia morto em qualquer lugar", lamentou, sublinhando: "Quando ele disse que queria regressar a Luanda pensei: ‘Vou ficar viúva e com um filho pequeno nos braços’."

"Houve muitas ameaças. Eu própria andava com muito medo na rua em Lisboa. Olhava para todos os lados. Temi que me levassem o Martim", disse, a lacrimejar e com a voz embargada, rematando: "Não foi um momento fácil. Toda a gente achava que éramos um bando de ladrões e mafiosos."

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Fonte: www.flash.pt · Crédito foto: www.flash.pt