Ljubomir perde a cabeça e abandona programa “Vou-me embora” e foi mesmo!

Desta vez não ameaçou... Foi mesmo embora

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Ljubomir perde a cabeça e abandona programa "Vou-me embora" e foi mesmo! 

O próximo pesadelo na Cozinha vai passar-se em Vieira de Leiria e as coisas não vão correr muito bem.O restaurante telheiro, pediu ajuda ao chef bósnio, mas o que este encontra naquele espaço vai fazer com que volte a perder a cabeça.

«Uma cozinha bem equipada mas mal utilizada e uma confeção de qualidade duvidosa», pode ler-se no site de O Pesadelo na Cozinha.

As imagens já reveladas comprovam isso mesmo. Comida armazenada sem refrigeração, desarrumação num espaço que podia albergar uma coisa industrial e até um tacho cheio de feijões com bolor.

Ljubomir Stanisic vai voltar a encontrar um dos seus ódios de estimação: molhos pré-confecionados. E como seria de esperar o restaurante, cuja especialidade são francesinhas e outros petiscos, vai servir ao chef bósnio comida com esses preparados.

Na promo, é possível ver Ljubomir a dizer que vai comer «um ganda pacote» e, depois, reprovar o molho da francesinha e a dizer que é «molho de leva no pacote».

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O último programa do "Pesadelo na Cozinha" voltou a ser marcado por gritos, asneiras... Pode dizer-se mesmo que o dono do restaurante levou forte e feiro do chef mais temido da televisão portuguesa. O jovem foi acusado de ser mimado admite que não gostou das pequenas alterações que foram feitas ao estabelecimento: “Não gostaram que eu olhasse para o espaço e tivesse dito que não gostava. Queriam que lhes beijasse os pés. E ainda me perguntaram se eu achava que isto era o ‘Querido, Mudei a Casa’.”

Apesar dos problemas que envolvem o restaurante o jovem que assumiu o restaurante há dois anos, aquilo tinha 100 mi euros de dívidas, atualmente já só tem 20 mil, “Ele gaba-se de ter aberto o primeiro restaurante com quê? 24 anos? Bem, esse restaurante faliu. O meu ainda cá está. Ele começou do zero, eu comecei já com dívidas. Essa é a diferença”.

Rafael conta ainda que não sabe como conseguiram mexer emocionalmente com as funcionárias que choraram várias vezes:Não sei como é que a produção conseguiu mexer com elas. Estavam sempre a chorar – e elas disseram-me que não o iam fazer. Achava uma certa piada quando as via a chorar. Eles envolvem-se psicologicamente com as pessoas. Comigo não funcionou. Funcionou com elas”.

E acrescenta: “Ele apoiou as meninas e deu-lhes valor, mas pôs-me de parte. A mim mandou-me lavar a grelha, depois mandou-me tirar coisas do teto. O que é que aprendi com isto? Nada. Limpa, arranca, arruma. Vou aprender o quê?”

Admite ainda que existiu uma pressão psicológica forte:

Uma pessoa não tem tempo para nada. Nem consegue perceber o que se passa. Levámos de todos os lados. Há muita pressão e eles metem as câmaras mesmo nas nossas caras. Forçam-nos em muita coisa. Não nos dizem o que temos que dizer, mas forçam-nos psicologicamente a fazê-lo”.

Rafael tem uma certeza: o negócio não vai morrer, apesar de o chef lhe ter dito que “estava em negação” e ter repetido dezenas de vezes que ele não passava de um “miúdo mimado”.

Estou a tentar salvar a empresa do meu avô. Eles não aceitavam a minha tranquilidade, achavam que eu me devia empenhar mais.” 

Tentou puxar por mim. Eu não fui no confronto. Perguntou várias vezes se não queria chamar-lhe filho da puta. Ele é um mal-educado”.

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Fonte: www.novagente.pt · Crédito foto: www.novagente.pt