Isabela Valadeiro pede desculpas pela sua personagem e a razão é polémica...

Jovem atriz pede desculpa

Partilhar no Facebook
72 72 Partilhas

Isabela Valadeiro pede desculpas pela sua personagem e a razão é polémica...

A bela atriz Isabela Valadeiro tem um papel de destaque na novela "Valor da Vida". A jovem dá vida a Aisha, uma bailarina feminista e ativista, filha de mãe libanesa e pai português. É uma jovem destemida e corajosa que defende os direitos das mulheres e que acabou por ser raptada. 

A atriz teve de aprender a falar libanês para fazer esta personagem e mostrou-se a falar árabe uma das cenas da novela. A jovem pediu esculpa pelo seu libanês: "Vale o esforço, os libaneses que me entendam. Esta foi, talvez, das cenas mais dficeis que já fiz. Traduzir-vos-ia o que senti à velocidade da legendagem mas faltam-me as letras e sinto-me em slow motion".

Outros artigos:

A triste infância de José Castelo Branco: "Não sei se alguma vez recebi um beijo do meu pai"

Numa entrevista a Cristina Ferreira, José Castelo Branco falou sobre a sua infância e sobre a forma como se vê. Nascido em Moçambique, ele sabe que não foi um bebé planeado e a sua relação com o pai nunca foi próxima. 

«Não fui um filho planeado, fui o que nasceu ao acaso. O pai tinha setenta e tal anos», conta. Numa família conceituada e de classe alta, o marchand revelou o seu lado mais estrónico desde cedo. «Fui uma carta completamente fora do baralho. Ele virava-se para mim e perguntava: ‘Ó meu filho, como é que é possível que você seja um cobarde? Como é que você não sabe trepar uma árvore?», partilhou acerca do pai, revelando que «magoava profundamente».

«Não fazia coisas de menino. Queria era brincar com chávenas e com os chás da mana e com as bonecas», assume.

O socialite sente que não foi amado pelo pai : «Não sei se alguma vez recebi um beijo do meu pai. Não tenho isso na memória».

José Castelo Branco era o mais novo de três irmãos.  Apesar de manter relação com os irmãos, assume que tem  uma relação de «amor-ódio» com um dos irmãos. «Acho que o meu irmão nunca me percebeu mas gosta de mim. Temos uma espécie de relação amor-ódio», esclarece.

Ágata leva mais um duro golpe, depois de uma vida trágica

A conhecida cantora pimba, Ágata sabe bem o que é sofrer. Tinha 17 anos quando fez um aborto, por medo dos pais. Mais tarde voltou a abortar, desta vez para não "atrapalhar" a sua carreira na 'girlsband' 'Doce'.

Passou por u divorcio que contou om alegados episódios de violência física e psicológica, incluindo um momento com uma caçadeira apontada à sua cabeça.

Agora o seu filho mais velho,Marco de Sousa Caneira, o filho de 38, que criou sozinha, depois de viver episódios de violência doméstica volta de novo ás barras dos tribunais.

Marco está a ser julgado nos Açores pelos crimes de violação agravada, tentativa de pornografia de menores agravado e pelo crime de importunação sexual em relação a uma menor de 14 anos. Em 2016 o rapaz já tinha sido condenado a pagar uma indemnização de 10 mil euros à ex-namorada depois de divulgar na 'internet' um filme caseiro íntimo feito de forma consentida pelos dois, mas sem o consentimento da rapariga para ser tornado público.

Mas os acontecimentos trágicos não ficam por ai.Em 2010 Ágata já viu a sua casa ser invadida por inspetores da Polícia Judiciária ) e por agentes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras para deter o seu marido, Francisco Carvalho por suspeitas de tráfico de pessoas menores e apoio à imigração ilegal.

Francisco Carvalho era  o presidente da SAD do Grupo Desportivo de Chaves, clube da primeira divisão de futebol profissional. Durante as investigações foram encontrados quatro menores africanos ilegais. Suspeitou-se que o marido de Ágata tivesse um esquema de angariação de menores que, posteriormente, eram colocados nas camadas juvenis do clube, onde permaneciam até aos 18 anos, altura em que eram legalizados e transacionados para clubes das divisões nacionais. O processo ficou arquivado e o empresário foi ilibado.

Recentemente numa entrevista ao "Alta Definição" a cantora confessou: "Quando as luzes se apagam fico só. Sinto-me sempre só" e  contou, como corolário desse sentimento, a história de um piano. "Comprei para a minha sala um piano que toca sozinho, mas o meu marido não dança comigo", lamenta.

Partilhar no Facebook
72 72 Partilhas

Fonte: www.flash.pt · Crédito foto: www.flash.pt