Depois de ser acusado de bater no filho, Carrilho põe Dinis em direto na TVI

Ao telefone, Dinis defende o pai

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Depois de ser acusado de bater no filho, Carrilho põe Dinís em direto na TVI

A polémica está instalada. Depois da TVI divulgar imagens que foram divulgadas em tribunal onde mostra agressões físicas e verbais entre Manuel Maria Carrilho e Bárbara Guimarães em frente aos filhos, também foi dado a conhecer que  filho mais velho do casal sofreu agressões por parte do pai no final do ano passado.

 Dinis terá feito queixa do pai. Manuel Maria Carrilho não gostou do que foi exposto em TVI e recusou-se a estar presente no debate, mas telefonou para o programa.

Aí aconteceu o improvável. Manuel Maria Carrilho, volta a expor o filho a mais uma situação delicada e coloca o adolescente ao telefone para negar as acusações que foram feitas.

Ana Leal não estava à espera que Manuel Maria Carrilho passa-se o telefone ao filho, 15 anos, e tenta cortar a conversa, acusando Carrilho de continuar a expôr o filho.

«Muito boa noite, eu sou o Dinis Maria, tenho 15 anos, e quero dizer que tudo o que aí disseram é mentira. Falaram muito de mim nesse programa, mas nunca falaram comigo», disse o adolescente.

Ana Leal intervém e fala de novo para Carrilho. «Esta reportagem centra-se nos malefícios a que os seus filhos foram expostos e o senhor mais uma vez está a fazê-lo, aliás como provou esta reportagem».

«Falou-se muito de mim neste programa, mas nada do que disse aí é verdade e parece que escondeu muitos factos que aparentemente podiam muito bem ser vistos de outra maneira», assume.

«Eu não fui agredido por ninguém e não houve nenhuma agressão vinda da parte do meu pai», diz

Veja o momento aqui:

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Ana Leal divulgou ontem imagens exclusivas de agressões físicas e verbais entre o ex-primeiro ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho e a apresentadora Bárbara Guimarães.

Na reportagem também foi revelada uma agressão por parte de Carrilho ao filho de 15 anos, depois deste ter regressado de casa da mãe sem a assinatura de uma declaração de recepção de um cheque.

Tudo terá acontecido na noite 28 de Novembro de 2018. O menino foi jantar a casa da mãe e terá levado um cheque com uma declaração que deveria ter vindo assinada. Por indicação do advogado, Bárbara não assinou a declaração. Quando o jovem chegou a casa o pai deu-lhe  "chapadas na face". O jovem fugiu nessa noite da casa do pai, que detém a sua custódia, e foi dormir a casa da mãe, a poucas centenas de metros.

Na manhã seguinte, Carrilho foi procurar pelo filho a casa de Bárbara  exigindo explicações e confirmando que o filho tinha dormido em casa desta.

 Manuel Maria Carrilho violou as ordens determinadas pelo tribunal e Bárbara Guimarães accionou o dispositivo de tele assistência que lhe foi entregue na qualidade de vítima de violência doméstica.

Carrilho nega que  o filho tenha feito queixa contra si, mas a TVI tem uma cópia do auto da queixa.

Bárbara Guimarães aciona o botão de pânico com medo de Carrilho 

No passado dia 29 de Novembro, Bárbara Guimarães que luta contra um cancro na mama voltou a  viver momentos de pânico. A apresentadora estava no seu apartamento em Lisboa quando deu conta que o seu ex-marido Manuel Maria Carrilho se encontrava no prédio. 

Em pânico a estrela da SIC accionou o o botão de pânico [sistema que permite a vítimas de violência doméstica pedirem apoio de forma imediata, 24 horas por dia].

Momentos depois surgiram dois agentes da PSP para perceber o que se estava a passar. Bárbara e Carrilho foram ouvidos e a policia tomou conta da ocorrência. 

Segundo uma testemunha os  "vários agentes chegaram em poucos minutos à casa de Bárbara, mas tudo decorreu sem desacatos". 

"Não houve gritos nem violência. Carrilho estava na entrada do prédio quando a polícia chegou", diz um dos vizinhos.

Bárbara desvalorizou o episodio quando foi contactada pelo CM "Não sei do que está a falar" e desligou o telefone. 

Já Maria Carrilho explicou a sua versão dos factos, afirmando que só se deslocou ao local porque nãos abia do paradeiro do filho de 15 anos 

"Nessa noite, o Dinis foi jantar a casa da mãe. Tinha levado um cheque, no valor de 35 mil euros [condenação pelo crime de violência doméstica] e um papel para a Bárbara assinar em como tinha recebido o valor. Como ao regressar vinha sem esse documento, pedi para ir lá novamente buscá-lo", começa por contar, acrescentando que o filho, que saiu sem telemóvel, "nunca mais apareceu e passou a noite sem dar notícias".

"Passei a noite inquieto, sem saber do meu filho, cuja guarda me está entregue. Às 7h00, liguei para o número fixo da Bárbara, que me desligou o telefone. Fui então a casa dela para perceber se o Dinis estava lá e deixar-lhe a mochila para a escola. Toco à campainha, identifico-me e minutos depois aparecem vários agentes da polícia", descreve. 

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Fonte: www.maria.pt · Crédito foto: www.maria.pt