Cristina Ferreira tramada pela TVI, cumpre contrato em casa!

Cristina Ferreira em casa até ao final do ano

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Cristina Ferreira tramada pela TVI, cumpre contrato em casa!

Cristina Ferreira e Daniel Oliveira queriam terminar o mais rápido possível  o vinculo que liga a apresentadora à TVI, mas não vai ser fácil.

O contrato de Cristina Ferreira termina apenas em Novembro e segundo o CM, a apresentadora terá mesmo de cumprir o contrato até ao final. É certo que não volta ás instalações, mas receberá na mesma o seu ordenado de 40 mil euros mensais.

Apesar da apresentadora não estar fisicamente na estação, vai continuar a ser vista no ecrã da TVI, por causa  dos programas já gravados do ‘Apanha se Puderes’ e que vão ser emitidos.

Segundo a mesma notícia está em cima da mesa aceleraram a emissão dos programas, que atualmente são emitidos de  segunda a quinta-feira. 

A ideia de ser apresentada oficialmente na SIC terá de ficar adiada. Cristina Ferreira e Daniel Oliveira acham por bem só iniciar este novo ciclo em Janeiro de 2019.

Em casa, Cristina Ferreira irá aproveitar este tempo disponível para se dedicar mais aos seus negócios e para estar com o filho.

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Cristina Ferreira falou pela primeira vez sobre a grande mudança que fez na sua vida. Com um texto intitulado 'Escolhas', Cristina Ferreira  falou sobre os motivos que a fizeram mudar de canal.

"ESCOLHAS

Todos nós fazemos escolhas diárias. Mas há umas tão importantes que sabemos que nos podem mudar a vida ou o seu rumo.

Não gosto de demorar muito tempo a tomar decisões. Deixo à sorte, muitas vezes, o papel de boa conselheira. «Quem muda, Deus ajuda.» O ditado é antigo e confio nessa sabedoria para fazer o meu caminho. Não costumo olhar para trás depois de decidir. E volto a uma frase do meu pai que me estruturou o pensamento: «A cama que fizeres, nela te deitarás.» Ainda que o destino possa ter alguns planos, somos nós que optamos. Há sempre uma esquerda e uma direita. E eu acredito que, mesmo escolhendo a direcção errada, há sempre maneira de chegar ao destino final. Costumo dizer que até os becos sem saída permitem uma alternativa: voltar atrás. Essa segurança, ou forma de ver as coisas, tem-me ajudado a serenar na hora de escolher. Talvez ainda não tenha passado por uma decisão realmente difícil. Ou, então, não lhe dei a devida importância. Talvez seja a idade a trazer esse peso – ou essa leveza. Há pouco tempo, um primo dizia-me que aos 40 não se muda. Que um emprego de 18 anos se mantém, mesmo que não nos dê felicidade. «Talvez até nem saiba fazer mais nada.» Este conformismo deixou-me a pensar. Sabemos nós desta vida que a outra ninguém ainda conseguiu provar. Porque nos habituamos a uma vida que não é a nossa quando podemos escrever a nossa própria história e emprestar-lhe vários capítulos? Talvez seja loucura o risco. Talvez os filhos nos acrescentem medo ao futuro. Mas é preciso ultrapassar esse medo. Talvez seja esta a mais dura batalha da vida. Nos últimos tempos tenho pensado muito nisso. Têm-me assaltado os medos de uma escolha difícil. E, ao mesmo tempo, tenho a certeza de que, aconteça o que acontecer, fui. Há dúvidas que me assombram. Mas estou certa de que não me perdoaria. Pior do que ir e ter que voltar é não ir e nunca saber onde se podia chegar.".

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Fonte: dioguinho.pt · Crédito foto: dioguinho.pt