Cláudio Ramos afirma: Georgina é uma falsa! Saiba porquê

Georgina aproveitou morte do pai para ser capa de revista?

Publicado por Vamos lá Portugal em Famosos
Partilhar no Facebook
661 661 Partilhas

Cláudio Ramos afirma: Georgina é uma falsa! Saiba porquê

Georgina Rodriguez perdeu o pai no dia 31 de Janeiro de 2019. Foi numa entrevista à conceituada revista Hola, que a espanhola falou pela primeira vez sobre essa perda.

Segundo a publicação, Georgina estava com dificuldade em falar, como se tivesse um nó na garganta  “Estou destroçada. O Cristiano está a cuidar muito de mim nestes momentos de tristeza.” disse em entrevista.

Cláudio Ramos que já sabe mais pormenores dessa entrevista, devido a alguns contatos que tem, chamou "falsa" à espanhola. O comentador afirma que a espanhola não está desolada porque o pai morreu, pois se tivesse não teria dado a entrevista. 

Outros artigos:

Georgina quebra o silêncio sobre a morte do pai: Morreu sem conhecer a neta e CR7

Georgina Rodriguez está de luto, o seu pai morreu aos 70 anos, dois de viver três anos muito complicados após sofrer um AVC. 

Em entrevista à revista Hola, a namorado de Cristiano Ronaldo falou sobre este sofrimento:

«É muito duro dizer adeus à figura que te ama, que te apoia, te protege, te anima e te aconselha. Perder esse grande amor é algo que te parte por dentro. Não há palavras que expressem este sentimento, tal como não há palavras que nos consolem. Toda a família está a sofrer. É uma dor que chega a ser física», começa por contar.

Apesar da dor que sente, sabe que agora o pai está em paz:

 «Estar quase três anos prostrado numa cama, sem poder fazer nem o básico, não é vida. Fizémos o que podíamos por ele, lutámos com ele… Até que o seu corpo não aguentou mais. Já estava muito mal…», relata.

«Dávamos tudo para o ter de volta. Mas não doente… são. Nem que fosse um dia ou uma hora, para conversar. Para poder agradecer tudo o que fez por nós. Fizémos tudo isto, mas com ele doente, com o cérebro afetado. Ouvia-nos e respondia, mas por vezes estava no seu próprio mundo. Somos tão jovens para o perder. Tínhamos muito por viver… Sabemos que ele nos vai proteger de qualquer mal», diz ainda, referindo-se a si e à irmã, Ivana, de 26 anos.

As irmãs terão feito tudo o que estava ao seu alcance para melhorar a condição do pai, recorrendo até a Kinesiologia (procura repor o equilíbrio e funcionalidade do seu corpo), mas em vão.

«A sua mobilidade era menor a cada dia  Não comia sozinho… A fala manteve, mas não mantinha grandes conversações devido aos danos cerebrais. Eu e a minha irmã ficámos mais fortes, maduras e conscientes da dura realidade em que muita gente vive», conta.

É com orgulho que Georgina recorda o seu pai:   

«Era capaz de fazer tudo pela sua família , tentou por tudo ver-nos bem. Houve coisas que saíram mal, e aprendemos com os nossos erros, mas as suas intenções foram sempre boas. O meu pai chamava-nos ‘minhas rainhas’ e eu era a sua ‘chiquitita’. Comigo ria-se  muito e com a minha irmã conversava horas e horas sobre a vida. Ela, como irmã mais velha, tinha outra relação com ele."

O pai de Georgina esteve sempre acompanhado por enfermeiras «Contratámos enfermeiras, esteve acompanhado 24 horas por dia». A sua irmã Ivana deixou tudo em Espanha para poder dar apoio ao pai.

«Os meus tios da Argentina também estiveram por perto. O certo é que, economicamente, fomos nós o seu sustento. Mandávamos metade dos gastos mensais para cada uma. E no início da doença, foi o nosso tio da Argentina que nos ajudou muito. Eu viajei para o ver várias vezes e ajudei economicamente todos os meses», refere.

Acamado há três anos não chegou a conhecer a sua única neta, Alana Martina:«Ele não podia viajar e os bebés são muito pequenos para tanta viagem em tão pouco tempo. São muitas horas de avião e a saúde dele estava muito delicada», assume.

Foi na altura que conheceu Cristiano Ronaldo que o pai de Georgina ficou doente e por isso também não conheceu o craque: «O meu pai era muito reservado e não gostava que o vissem como estava. Tivemos má sorte. Ficou doente quando conheci o meu namorado, mais ou menos».

Sobre o facto de Cristiano não ter podido acompanhar Georgina à Argentina, diz que tem o seu apoio todos os dias. «Cuida de mim em todos os momentos de tristeza e eu trato de estar forte pelos meus filhos e por ele. São a alegria da minha vida. Apoiamo-nos mutuamente em tudo. O amor é algo imprescindível na minha vida. Formamos uma grande equipa», diz, sobre o namorado.

Sobre a adaptação a Itália, considera-a «maravilhosa». «Casa não é onde estás mas sim com quem estás». Para já, casar não está nos planos e Georgina desmente mesmo que esteja noiva: «Encantar-me-ia, mas é certo que agora temos prioridades e muitas responsabilidades».

Partilhar no Facebook
661 661 Partilhas

Fonte: dioguinho.pt · Crédito foto: dioguinho.pt