Cifrão faz revelações dramáticas sobre os DZRT

Bailarino confessa momentos difíceis e de tensão passados pelo grupo

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Cifrão contou pela primeira vez pormenores inéditos sobre os tempos áureos da banda que fez sucesso ente 2004 e 2009.

Em entrevista a Rui Unas no webshow Maluco Beleza, Cifrão recordou como a determinada altura foi dificil conciliar as gravações de Morangos com Açucar com a existência da banda.

“Tivemos alturas em que nos caía tudo em cima. Houve um verão que foi fenomenal. Gravávamos das oito às oito em Tróia. tinhas cenas de praia, levavas com o sol e tinhas concerto em Barcelos às 22h00. De Tróia a Barcelos não são duas horas, ainda por cima a a estrada é velha. Nós chegávamos duas horas e meia atrasados a alguns concertos, não por culpa nossa mas por culpa das gravações”. 

“Quem marcava os concertos era uma entidade diferente da da novela e a novela não abdicava de gravar connosco. Eles marcavam os concertos na mesma, nós chegávamos e as pessoas chamavam-nos os piores nomes possíveis. A sorte é que, quando subíamos a palco, ficava tudo resolvido”, explica.

Cifrão recorda ainda como, num concerto em particular, a banda se atrasou tanto que o público teve de assistir a uma sessão de cinema improvisada.

“Houve uma vez que passou o Shrek 1, o nosso road manager subiu a palco para contar piadas, a nossa banda subiu a palco para tocar covers e ainda passou uma parte do Shrek 2…para tu teres uma ideia do tempo que as pessoas esperaram. Nesse concerto o nosso road manager teve uma depressão nervosa. Fugiu, foi para o Porto, ligou-nos a dizer ‘não aguento mais. para mim acabou”.

 Cifrão admitiu que os elementos da banda viviam em tensão:

“Nesse stress todo, vestíamo-nos na carrinha. Houve uma vez que subi a palco descalço porque não tive tempo para calçar os ténis. Depois era a loucura, íamos a 200 à hora em estradas…”. 

“A forma como eles faziam as coisas era impossível para nós. Era complicado para nós. Imagina o que é chegares duas horas atrasado. Tu já estás a sentir-te mal porque ninguém te deixou sair mais cedo e a gente passava-se com as pessoas que nos faziam isso. Mas não tínhamos voto na matéria. A banda, no primeiro ano, não era nossa”.

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Fonte: www.novagente.pt · Crédito foto: www.novagente.pt