Famosos : Chocante: Helena Isabel esteve no ‘Jornal das 8’ a falar das agressões que sofreu
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Chocante: Helena Isabel esteve no ‘Jornal das 8’ a falar das agressões que sofreu

Helena fala sobre as agressões que sofreu

Publicado por Vamos lá Portugal em Famosos
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Chocante: Helena Isabel esteve no ‘Jornal das 8’ a falar das agressões que sofreu

Helena Isabel esteve no jornal das 8, no espaço das conduzido por  José Eduardo Moniz, ‘O Deus e o Diabo’. A vencedora da Casa dos Segredos 6 falou das agressores que sofreu por parte do seu ex-namorado.

Vivi uma relação que ao início era maravilhosa. Isto para dizer que as pessoas também têm coisas boas, mas as coisas más sobrepõem-se. Estas pessoas [agressores] não são totalmente más. Ao início, quando estive com esta pessoa [Gonçalo Rosado], nada fazia prever que tinha este tipo de comportamentos. Estamos a falar de surtos psicóticos”, começou por referir.

Estamos a falar de pessoas que não sabem lidar com a adversidade e contrariedade e estamos num espaço público e vão para o meio da estrada para se suicidarem. Que quando estamos em casa e não sabem lidar com um não, metem uma faca ao pescoço. E temos de lidar com isso todos os dias. Foram sempre a ele [as tentativas de pôr fim à vida], mas é uma coisa que me aflige”, continuou.

 “Fiz uma queixa à APAV, foram incríveis comigo. Disseram: ‘Helena, o seu caso está em risco máximo’. Marcaram-me logo uma consulta com uma psicóloga em Cascais, à qual eu não fui porque tinha compromissos e fui arrastando a situação. Manteram-se em contacto comigo. Entretanto voltei para a pessoa e eles [APAV] ficaram alarmados”.

José Eduardo Moniz questiona Helena Isabel do porquê de reatar a relação com o agressor. 

Toda a gente me faz essa questão. Achamos que a pessoa melhora, que é pontual. Até que no dia 18 de fevereiro de 2018, tínhamos vindo de um jantar onde já tínhamos discutido e nesse dia em que ele cegou, meteu-me no chão e sufocou-me. Só tive tempo de pedir ajuda. No quarto andar ouviram os meus gritos de desespero. Tirou-me o telefone e, entretanto, ligou-me o meu melhor amigo porque lhe tinha enviado uma mensagem e teve uma hora com ele ao telefone. Consigo compreender em parte o facto de o querer acalmar, mas não consigo perceber o facto dessa pessoa me ver a pedir por socorro… Estava assustada e quem me ajudou foi uma pessoa do quarto andar porque fugi de casa".

“Fazia-me esperas à porta de casa. Eu tinha o número de um agente [da autoridade] que me ajudou sempre. Passou um ano e há um ano que estou sem proteção nenhuma. Fiz mais cinco aditamentos ao processo", referiu.

O flagelo teria o seu fim quando Helena desistiu de esperar pelo julgamento e apresentou uma carta ao Ministério Público. “Parou porque eu fiz uma carta ao Ministério Público onde propus um acordo. Nem pedia dinheiro. A única coisa que pedia era um pedido de desculpas público e pulseira eletrónica. Soube por ele - porque entretanto íamos falando - que lhe chegou a carta e foi aí que ele parou”.

“Viveu-se durante um ano o sentimento de impunidade. Ele trabalha numa faculdade de direito e dizia-me muitas vezes: ‘Eu tenho os melhores advogados a trabalhar comigo. Desta não te safas’”, acrescentou. 

Agora a jovem está "liberta" desta situação e encontra-se a viver uma nova fase na sua vida.

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