Carta aberta a Cinha Jardim

“Minha querida “Tia”...

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"Minha querida “Tia”...

Tomaste a liberdade de vir para a minha página responder aos comentários dos teus amigos, que aqui vieram em tua defesa. Não te trato por “você” porque isso seria muito “chique” e eu não gosto de pessoas chiques, cheias de nove horas ao pescoço.

Tomaste a liberdade de responder ao teus amigos e ainda provocaste mais o povo Alentejano. Das tuas palavras são pessoas que destilam ódio, invejosas, pessoas que não estudam.

Não há palavras para te classificar. Não há palavras para te descrever. Apenas te respondo da mesma moeda. Faz-nos um favor, não venhas ao Alentejo.

O Alentejo é grande e maravilhoso para que pessoas da tua “estirpe” social o possam pisar. Para que pessoas da tua “estirpe” social o possam embelezar.

És mesquinha. És uma falida. Falas de alma vazia de um povo que bastante tem lutado para que o seu Alentejo continue a ser uma referência no mundo.

Sabes? A comida que metes nessa bocarra de plástico, vem do Alentejo. Estavas bem lixada se os Alentejanos deixassem de produzir.

Sabes? Os Alentejanos têm estudos. Não vivem agarrados a Reality Shows e programas da treta onde se fala mal de tudo e todos.

Queira Deus que um dia alguém te diga isto na cara. Queira Deus que um dia eu me cruze contigo e te o possa dizer cara a cara que és uma inculta e ressabiada.

Não, não são os Alentejanos. És tu!

És horrível! E tenho pena que o meu País tenha que ter pessoas desta “estirpe” no mesmo!

Tenho dito!"

Texto e opinião de Mário Gonçalves

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Fonte: Mario Gonçalves · Crédito foto: Mario Gonçalves