Bronca!!! Ljubomir Stanisic ARRASADO. Cuspiu no prato e deu a provar

“chef de boas maneiras tem poucas”

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Bronca!!! Ljubomir Stanisic ARRASADO. Cuspiu no prato e deu a provar

Ontem foi noite de "Pesadelo na Cozinha" e as polémicas relacionadas com este programa não param. Ljubomir Stanisic  esteve em Vieira de Leiria no restaurante "O telheiro" e a sua passagem deu que falar. 

Num restaurante em que a comida não era "nada de especial", o chef provou umas migas que não gostou e cuspiu-as. Momentos depois Ljubomir deu a provar as mesmas migas à funcionária. 

Esta atitude está a gerar muita indignação nas redes sociais:

“Para mim este programa acabou de perder toda a sua credibilidade e o chef de boas maneiras tem poucas. Então o homem cospe as migas para o prato e depois dá as mesmas a provar a funcionária?” e “se calhar é uma tradição do país dele” foram alguns dos comentários.

No entanto o programa tem sido alvo de outras críticas. A linguagem excessiva com muitos palavrões que o chef tem por habito utilizar está a ser alvo de criticas “Será possível que este senhor deixe de ofender as pessoas? Farto de ver isso estou quase anti TVI” são outros comentários negativos quanto à prestação do chef.

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O último programa do "Pesadelo na Cozinha" voltou a ser marcado por gritos, asneiras... Pode dizer-se mesmo que o dono do restaurante levou forte e feiro do chef mais temido da televisão portuguesa. O jovem foi acusado de ser mimado admite que não gostou das pequenas alterações que foram feitas ao estabelecimento: “Não gostaram que eu olhasse para o espaço e tivesse dito que não gostava. Queriam que lhes beijasse os pés. E ainda me perguntaram se eu achava que isto era o ‘Querido, Mudei a Casa’.”

Apesar dos problemas que envolvem o restaurante o jovem que assumiu o restaurante há dois anos, aquilo tinha 100 mi euros de dívidas, atualmente já só tem 20 mil, “Ele gaba-se de ter aberto o primeiro restaurante com quê? 24 anos? Bem, esse restaurante faliu. O meu ainda cá está. Ele começou do zero, eu comecei já com dívidas. Essa é a diferença”.

Rafael conta ainda que não sabe como conseguiram mexer emocionalmente com as funcionárias que choraram várias vezes:Não sei como é que a produção conseguiu mexer com elas. Estavam sempre a chorar – e elas disseram-me que não o iam fazer. Achava uma certa piada quando as via a chorar. Eles envolvem-se psicologicamente com as pessoas. Comigo não funcionou. Funcionou com elas”.

E acrescenta: “Ele apoiou as meninas e deu-lhes valor, mas pôs-me de parte. A mim mandou-me lavar a grelha, depois mandou-me tirar coisas do teto. O que é que aprendi com isto? Nada. Limpa, arranca, arruma. Vou aprender o quê?”

Admite ainda que existiu uma pressão psicológica forte:

Uma pessoa não tem tempo para nada. Nem consegue perceber o que se passa. Levámos de todos os lados. Há muita pressão e eles metem as câmaras mesmo nas nossas caras. Forçam-nos em muita coisa. Não nos dizem o que temos que dizer, mas forçam-nos psicologicamente a fazê-lo”.

Rafael tem uma certeza: o negócio não vai morrer, apesar de o chef lhe ter dito que “estava em negação” e ter repetido dezenas de vezes que ele não passava de um “miúdo mimado”.

Estou a tentar salvar a empresa do meu avô. Eles não aceitavam a minha tranquilidade, achavam que eu me devia empenhar mais.” 

Tentou puxar por mim. Eu não fui no confronto. Perguntou várias vezes se não queria chamar-lhe filho da puta. Ele é um mal-educado”.

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Fonte: dioguinho.pt · Crédito foto: selfie.iol.pt