Bronca: Carilho bateu ao filho e Diniz Maria fez queixa na PSP

Carrilho terá agredido o filho no final do ano passado

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Bronca: Carilho bateu ao filho e Diniz Maria fez queixa na PSP

Ana Leal divulgou ontem imagens exclusivas de agressões físicas e verbais entre o ex-primeiro ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho e a apresentadora Bárbara Guimarães.

Na reportagem também foi revelada uma agressão por parte de Carrilho ao filho de 15 anos, depois deste ter regressado de casa da mãe sem a assinatura de uma declaração de recepção de um cheque.

Tudo terá acontecido na noite 28 de Novembro de 2018. O menino foi jantar a casa da mãe e terá levado um cheque com uma declaração que deveria ter vindo assinada. Por indicação do advogado, Bárbara não assinou a declaração. Quando o jovem chegou a casa o pai deu-lhe  "chapadas na face". O jovem fugiu nessa noite da casa do pai, que detém a sua custódia, e foi dormir a casa da mãe, a poucas centenas de metros.

Na manhã seguinte, Carrilho foi procurar pelo filho a casa de Bárbara  exigindo explicações e confirmando que o filho tinha dormido em casa desta.

 Manuel Maria Carrilho violou as ordens determinadas pelo tribunal e Bárbara Guimarães accionou o dispositivo de tele assistência que lhe foi entregue na qualidade de vítima de violência doméstica.

Carrilho nega que  o filho tenha feito queixa contra si, mas a TVI tem uma cópia do auto da queixa.

Outros artigos:

Bárbara Guimarães aciona o botão de pânico com medo de Carrilho 

No passado dia 29 de Novembro, Bárbara Guimarães que luta contra um cancro na mama voltou a  viver momentos de pânico. A apresentadora estava no seu apartamento em Lisboa quando deu conta que o seu ex-marido Manuel Maria Carrilho se encontrava no prédio. 

Em pânico a estrela da SIC accionou o o botão de pânico [sistema que permite a vítimas de violência doméstica pedirem apoio de forma imediata, 24 horas por dia].

Momentos depois surgiram dois agentes da PSP para perceber o que se estava a passar. Bárbara e Carrilho foram ouvidos e a policia tomou conta da ocorrência. 

Segundo uma testemunha os  "vários agentes chegaram em poucos minutos à casa de Bárbara, mas tudo decorreu sem desacatos". 

"Não houve gritos nem violência. Carrilho estava na entrada do prédio quando a polícia chegou", diz um dos vizinhos.

Bárbara desvalorizou o episodio quando foi contactada pelo CM "Não sei do que está a falar" e desligou o telefone. 

Já Maria Carrilho explicou a sua versão dos factos, afirmando que só se deslocou ao local porque nãos abia do paradeiro do filho de 15 anos 

"Nessa noite, o Dinis foi jantar a casa da mãe. Tinha levado um cheque, no valor de 35 mil euros [condenação pelo crime de violência doméstica] e um papel para a Bárbara assinar em como tinha recebido o valor. Como ao regressar vinha sem esse documento, pedi para ir lá novamente buscá-lo", começa por contar, acrescentando que o filho, que saiu sem telemóvel, "nunca mais apareceu e passou a noite sem dar notícias".

"Passei a noite inquieto, sem saber do meu filho, cuja guarda me está entregue. Às 7h00, liguei para o número fixo da Bárbara, que me desligou o telefone. Fui então a casa dela para perceber se o Dinis estava lá e deixar-lhe a mochila para a escola. Toco à campainha, identifico-me e minutos depois aparecem vários agentes da polícia", descreve. 

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Fonte: www.flash.pt · Crédito foto: www.flash.pt