Bárbara Guimarães: “Ele levou-me para o sotão e pôs-me virada para as escadas”

Carrilho volta a tribunal

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Bárbara Guimarães: "Ele levou-me para o sotão e pôs-me virada para as escadas"

O ex-primeiro ministro da cultura voltou a tribunal no dia 30 de Janeiro para responder ás acusações de violência doméstica por parte de Bárbara Guimarães.

Manuel Maria Carrilho já tinha sido absolvido deste crime e de outros 22 de difamação, mas o Tribunal da Relação de Lisboa mandou reabrir o julgamento. 

A juíza Joana Ferrer determinou que o pedido de apreciação do episódio de violência doméstica entre o casal no sótão da casa onde moraram, tinha sido feito demasiado tarde (perto do final do julgamento).  O julgamento foi reaberto devido a este episódio.

Este episódio de violência terá acontecido a 14 de Setembro de 2013. Segundo as declarações de Bárbara, carrilho terá ameaçado atirar a apresentadora pelas escadas. «Ele levou-me para o sótão, pôs-me virada para as escadas, disse-me: «'Estás a ver estas escadas? Atiro-te e vamos todos ao teu funeral’».

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A reação de Bárbara após o telefonema polémico do filho 

Bárbara Guimarães que está a lutar contra um cancro da mama viveu ontem mais um momento difícil. Depois de assistir à reportagem da SIC onde falava da sua polémica separação e das agressões de que tem sido alvo, algumas delas na presença dos filhos, ainda ouviu o filho em direto desmentir a alegada agressão que sofreu por parte do pai.

A apresentadora terá assistido a tudo, mas como sempre e pelos filhos mantem-se em silêncio:

"Bárbara Guimarães nunca fez, nem fará comentários sobre este caso para proteger os filhos. É esse o objetivo dela. Esse telefonema só mostra a instrumentalização dos filhos», garante o assessor da apresentadora da SIC.

Uma fonte próxima da apresentadora admite que «Bárbara está triste, como é de esperar, mas ela é uma mulher de força».

«A Bárbara está doente (apresentadora luta contra o cancro da mama) e concentrada nisso. Está a fazer tratamentos, é um problema grave de saúde. A Bárbara está positiva, é uma força da natureza, apesar destes contratempos todos. Ela está preocupada com ela», conta-nos o assessor da apresentadora.

Quando questionado se Bárbara assistiu ao telefonema do filho e ao que Dinis disse sobre ela (Não vamos reproduzir por considerarmos conteúdo impróprio), o profissional é vago: «Acho que todos nós assistimos.»

A jornalista, Ana Leal condena atitude de Manuel Maria Carrilho:

«este pai teve uma atitude verdadeiramente criminosa, que mostra que o senhor continua a fazer o que nós provámos na reportagem. E a prova é que o país inteiro assistiu a algo que é lamentável, o mal que está a fazer ao filho é inqualificável».

Recusando-se a entrevistar um menor de 15 anos, Ana Leal refere ainda que «não era isso o combinado». «Eu garanto que se eles continuassem eu tinha abandonado o próprio programa, para ter uma ideia. Nunca imaginei. Era um cenário que não estava sequer equacionado. Na cabeça de ninguém isto era possível acontecer. Usar um miúdo, estamos a falar de uma criança de 15 anos», refere.

Dinis disse que nunca foi agredido pelo pai, e que nunca prestou as declarações mencionadas :

Ana Leal refere apenas terem sido revelados factos. «Factualmente nós mostrámos um documento, que é um auto – que são as declarações do Dinis na noite desses acontecimentos – não é uma suposição. É uma coisa factual, em que foi ouvido por agentes da PSP, que estiveram nessa noite em casa da Bárbara, porque ele pediu ajuda à mãe e porque foi agredido na casa do pai e foi pedir ajuda à casa da mãe», acrescenta.

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Fonte: www.novagente.pt · Crédito foto: www.novagente.pt