As última noticias sobre cantor Zé do Pipo

“Estava a ser seguido e acompanhado por médicos”

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As última noticias sobre cantor Zé do Pipo

O cantor está desaparecido desde a passada terça-feira. Hoje este tema foi abordado no programa "Você na TV" e ao telefone, Paquito Rebelo revelou que o cantor era seguido por profissionais de saúde.

"O Nuno [Zé do Pipo] estava doente e, por problemas de saúde, alguns espetáculos tiveram de ser cancelados. Este ano, foi dos artistas que mais atuou em Portugal. Pela intensidade e quantidade de espetáculos que teve... Há pessoas que reagem de uma forma e há pessoas pessoas que reagem de outra", começou por contar ao apresentador.

Segundo o produtor do cantor, Zé do Pipo já era seguido por profissionais de saúde: "O Nuno estava a ser acompanhado por médicos. [...] O médico passou uma declaração a dizer que ele não poderia aguentar a dose de trabalho muito mais tempo."

Ver vídeo aqui:

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ÚLTIMA HORA: Cantor 'Zé do Pipo' dado como desaparecido.

O cantor pimba Nuno Batista, de 40 anos, mais conhecido pelo público como 'Zé do Pipo', está desaparecido desde terça-feira. 

Ele é conhecido pelos temas 'Pimba à japonesa' ou 'Cachupa dela', Zé do Pipo terá desaparecido perto do Portinho da Areia Sul, sendo que um dos cenários apontados poderá ser a queda de uma ravina. 

O jornal correio da Manhã diz saber que o carro do cantor foi encontrado estacionado num restaurante perto do local onde terá desaparecido, com os objetos pessoais - carteira, telemóvel e casaco -dentro da viatura.

As autoridades estão a realizar buscas terrestres e marítimas.

Rui Costa: «Tínhamos vergonha de imitar Ronaldo e íamos treinar às escondidas»

Rui Costa foi um dos convidados famosos presentes no lançamento do livro "Duelo Nunca Visto", de Luís Miguel Pereira e Luciano Wernicke, que decorreu na segunda-feira, no Footlab, em Carnaxide, um livro que aborda a rivalidade entre Cristiano Ronaldo e Messi. 

Rui Costa referiu que nunca jogou com Lionel Messi, mas o antigo internacional português recordou os tempos em que alinhou com Cristiano Ronaldo pela Seleção Nacional.

"Tive o privilégio de jogar com o Cristiano Ronaldo quando estava a crescer no futebol. Ele aparece na campanha de 2004 que coincide, por sinal, com a minha despedida da seleção. Ronaldo era o mais novo de todos, mas sempre se integrou bem e em cada treino de manhã tinha uma nova finta para nos mostrar. A verdade é que tínhamos vergonha de o imitar no treino e íamos treinar às escondidas [risos]. À noite, no jantar, lá vinha ele falar dos dribles e nós a borrifar-nos para os dribles dele: queríamos era explicar que o importante era contribuir para a equipa. Mas a verdade é que quando ele não estava, e em conversa de grupo, dizíamos que iria ser Bola de Ouro. Pela forma como trabalhava, o talento todo, não havia dúvida para mim, para o Fernando Couto, Pauleta, Nuno Gomes, para todos os jogadores mais velhos e experientes", afirmou.

E continuou, lembrando que CR7 teve de ser 'travado' algumas vezes: "Fazíamos sprints nos treinos e ele chegava a pôr pesos nos pés. Dizíamos para ele tirar aquilo para não ficarmos mal vistos. Sentíamos mesmo que estava ali um atleta com uma abnegação fora do normal que tinha, na cabeça e nos pés, a ideia que iria ser o melhor. Felizmente para todos, isso aconteceu."

Sobre o 'duelo' Ronaldo vs. Messi, de que fala o livro ontem apresentado, Rui Costa afirmou que "eles mesmo sendo rivais ajudaram-se mutuamente".

"Calharam na mesma geração, no mesmo campeonato e em equipas diferentes e rivais em campo, o que fez com que um nunca pudesse baixar a guarda porque estava lá o outro para lhe roubar a Bola de Ouro. E não é por acaso que eles a ganharam nestes últimos dez anos. A novidade é que, este ano, foi outro atleta a ganhá-la".

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Fonte: selfie.iol.pt · Crédito foto: selfie.iol.pt